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Portuguese Recordings

nuevofrommx
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Adam7277
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  • "de" 11-14 Português brasileiro, exemplos de gramática ( recorded by Adrica ), Brazilian (carioca) ; American

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  • "de" 11-14 Português brasileiro, exemplos de gramática ( recorded by Laurasouza ), Brazilian

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Adam7277
92 Words / 10 Comments
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  • "de" 6-10 Português brasileiro, exemplos de gramática ( recorded by Adrica ), Brazilian (carioca) ; American

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  • "de" 6-10 Português brasileiro, exemplos de gramática ( recorded by Laurasouza ), Brazilian

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Adam7277
117 Words / 1 Comments
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  • "de" 1-5 Português brasileiro, exemplos de gramática ( recorded by Adrica ), Brazilian (carioca) ; American

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  • "de" 1-5 Português brasileiro, exemplos de gramática ( recorded by Laurasouza ), Brazilian

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    Exemplos de gramática da preposição..."de"

    1. referindo-se ao todo

    A costa do Brasil.

    Um dos romances dos últimos anos.

    Um pedaço de bolo e um copo de leite.

    2. posse

    O livro do Ricardo.

    duas semanas de férias

    O jornal de ontem.

    Essas roupas são das crianças.

    3. Atributos

    Um filme de ação.

    Uma máquina de lavar roupa.

    Uma blusa de algodão.

    Uma menina de 15 anos.

    Um homem de mais de dois metros de altura.

    Um apartamento de

    Um apartamento de três quartos

    4. "fora de" "fora"

    Ela tirou uma caneta da bolsa.

    Ele caiu da moto e quebrou a perna.

    5. "Origem" e "conexão"

    Ele é da Bahia.

    O banco abre das 10h às 16h.

joshpatterson51
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joshpatterson51
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joshpatterson51
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  • esperanca ( recorded by mecgarcia ), Brazilian

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    Por que, mesmo quando nossa cultura está no topo da história humana, a felicidade diminui?

    A esperanca foi expressa principalmente através de uma história cristã que dava sentido ao sofrimento e prometia libertação da morte.

    Em vez de depositar nossa esperança em Deus, depositamos nossa esperança na América e na constituição como a maior nação do mundo.

    Agora, nossa esperança é a liberdade individual, buscar nossas ideias particulares de bem e descobrir nosso eu autêntico.

    O que é oxigênio para os pulmões, a esperança é para o significado da vida. Seu cérebro não funciona sem esperança.

    Precisamos de uma crença de que o bem está chegando, baseado na realidade e não em desejos. Isso é esperança.

    Simplesmente não podemos viver dentro de um universo aleatório incoerente e sem sentido, dirigido pelo desejo de nos sentirmos bem no momento até morrermos.

  • esperanca ( recorded by sellaro ), Brazil

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Danielezuluaga
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Benjieke
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  • Minha história. Minhas habilidades linguísticas. ( recorded by thearchit ), Portuguese (European), English (Southern), Spanish (Castilian)

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    Minha história. Minhas aptidões linguísticas.

    Nasci e cresci em Flandres e por isso falo holandês.
    Quando era criança
    , acompanhei os meus avós em quatro visitas de família à Ucrânia onde ficávamos durante dois meses.
    Foi assim que aprendi as minhas primeiras palavras e frases do idioma russo.
    Na quinta classe do ensino em Flandres (aos nove anos de idade) começa-se a estudar uma segunda língua: o francês.
    No secundário (aos on
    ze anos), estuda-se o inglês.
    Após quatro anos escolhe-se um curso, no meu caso Línguas Modernas.
    Aprendi assim alemão.
    Aos meus vinte anos fazia frequentemente trabalho voluntário internacional.
    Não tinha dificuldades em compreender ou comunicar com nenhum dos meus colegas holandeses, ingleses ou alemães com a excepção dos espanhóis.
    Por considerar isso frustrante resolvi começar a frequentar aulas de espanhol em regime nocturno durante sete anos.
    Mais tarde voltei a ter oportunidade de continuar a practicar espanhol.
    Aos trinta anos, iniciei dois anos de aulas nocturnas de russo e nos anos seguintes não voltei a ter hipótese de practicar o espanhol.
    Desde há alguns anos para cá, reiniciei a práctica da língua por telefone com um professor de espanhol, o Jesus, o que foi óptimo para refrescar o meu conhecimento.
    Foi através da organização Servas que travámos conhecimento.
    Na primavera passada, eu e o meu companheiro passámos férias em Portugal e gostámos muito.
    Quando lá regressarmos gostar
    íamos de poder compreender as pessoas e espero que nessa altura consigamos já falar um pouco, por isso comecei a aprender agora português.
    Claro que sendo a minha língua nativa, domino o holandês.
    Em segundo e terceiro lugar estão o inglês e o espanhol que
    também falo, escrevo e leio muito bem.
    A minha pronúncia em francês é muito boa e consigo manter uma conversa bem como em alemão.
    Compreendo um pouco de russo e consigo dizer algumas coisas mas actualmente sinto dificuldades em manter um diálogo.
    Contudo
    , ler ainda consigo bem.
    Em Português sou completamente no
    vata.
    Tento sentir o idioma escutando-o.
    No entanto
    , é-me difícil repetir palavras e frases porque muitos dos sons são inteiramente novos para mim.

  • Minha história. Minhas habilidades linguísticas. ( recorded by marloncori ), Brazilian

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    A minha história. As minhas habilidades linguísticas.

    Nasci e cresci na Flandres.
    Então eu falo holandês.
    Quando criança, fui com meus avós quatro vezes numa visita de família por 2 meses à Ucrânia.
    Foi assim que aprendi minhas primeiras palavras e frases do idioma russo.
    Na quinta série (aos nove anos de idade), Flandres começa a ensinar uma segunda língua: aulas de francês.
    Desde o primeiro secundário (onze anos), o inglês também foi adicionado.
    Após a quarta série, tive de escolher outra modalidade, que se tornou a Linguagem Moderna.
    E também aprendi alemão.
    Aos vinte anos de idade, costumava ir a acampamentos de trabalho voluntário internacional.
    Eu conseguia entender-me bem com todos com meu holandês, inglês e alemão, exceto pelo espanhol.
    Eu achei isso
    frustrante.
    Por isso comecei a
    frequentar uma escola noturna de espanhol e lá estudei por 7 anos.
    Mais tarde também tive a oportunidade de continuar a praticar o meu espanhol.
    Aos trinta anos, também fiz dois anos de classes de russo a noite.
    A minha chance de praticar o espanhol acabou por passar, infelizmente.
    Eu já não o falava há vários anos.
    Mas, há alguns anos
    que voltei a utilizar o espanhol novamente, agora por telefone com um professor de espanhol chamado Jesus.
    Foi muito bom para refrescar o meu conhecimento de espanhol
    .
    Entrei em contato com o professor Jesus através de Servas.
    Na primavera passada
    , o meu parceiro e eu passamos as nossas férias em Portugal.
    Nós gostámos imenso de lá e por este motivo gostávamos de poder perceber as pessoas de lá nas próximas férias.
    E espero que já possamos dizer algo também.
    Por isso comecei a aprender português.

    Claro que falo holandês muito bem, porque é a minha lingua nativa.

    O segundo e o terceiro idiomas que eu domino melhor são inglês e espanhol.

    Eu sei falar, escrever e ler muito bem neles.
    Para além disso, a minha pronúncia em francês é muito boa e consigo conversar sem problemas com o outros, assim como em alemão também.

    Eu entendo um pouco de russo e talvez eu consiga responder.
    Mas não é mais possível ter uma conversa normal, de facto.
    Porém, ainda consigo ler bem neste idioma.

    No que se trata do português, sou totalmente iniciante.
    Eu tento sentir o idioma ouvindo-o.
    No entanto, é difícil repetir as palavras e as frases, porque muitos sons são completamente novos para mim.

  • Minha história. Minhas habilidades linguísticas. ( recorded by marloncori ), Brazilian

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    Minha história. Minhas habilidades linguísticas.

    Nasci e cresci na Flandres.
    Então eu falo holandês.
    Quando criança, fui com meus avós quatro vezes em uma visita de família por 2 meses à Ucrânia.
    Foi assim que aprendi minhas primeiras palavras e frases do idioma russo.
    Na quinta série (aos nove anos de idade), Flandres começa a ensinar uma segunda língua: aulas de francês.
    Desde o primeiro secundário (onze anos), o inglês também foi adicionado.
    Após a quarta série, tive de escolher outra modalidade, que se tornou a Linguagem Moderna.
    E também aprendi alemão.
    As vinte anos de idade, costumava ir a acampamentos de trabalho voluntário internacional.
    Eu conseguia entender-me bem com todos com meu holandês, inglês e alemão, exceto pelo espanhol.
    Eu achei isso
    frustrante.
    Por isso comecei a
    frequentar uma escola noturna de espanhol e lá estudei por 7 anos.
    Mais tarde também tive a oportunidade de continuar a praticar o meu espanhol.
    Aos trinta anos, também fiz dois anos de classes de russo a noite.
    A minha chance de praticar o espanhol acabou por passar.
    Eu já não o falava há vários anos.
    Mas, há alguns anos
    que voltei a utilizar o espanhol novamente, agora por telefone com um professor de espanhol, Jesus.
    Foi muito bom para refrescar o meu conhecimento de espanhol
    .
    Entrei em contato com o professor Jesus através de Servas.
    Na primavera passada
    , o meu parceiro e eu passamos as nossas férias em Portugal.
    Nós gostámos imenso de lá e por este motivo gostávamos de poder perceber as pessoas de lá nas próximas férias.
    E espero que já possamos dizer algo também.
    Por isso comecei a aprender português.

    Claro que falo holandês muito bem, porque é a minha lingua nativa.

    O segundo e o terceiro idiomas que eu domino melhor são inglês e espanhol.

    Eu sei falar, escrever e ler muito bem neles.
    Para além disso, a minha pronúncia em francês é muito boa e consigo conversar sem problemas com o outros, assim como em alemão também.

    Eu entendo um pouco de russo e talvez eu consiga responder.
    Mas não é mais possível ter uma conversa normal, de facto.
    Porém, ainda consigo ler bem neste idioma.

    No que se trata do português, sou totalmente iniciante.
    Eu tento sentir o idioma ouvindo-o.
    No entanto, é difícil repetir as palavras e as frases, porque muitos sons são completamente novos para mim.

Benjieke
197 Words / 1 Comments
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  • Minha história. Minhas raízes. ( recorded by gabre ), Paulistano, Svizzero

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  • Minha história. Minhas raízes. ( recorded by Lucasxko ), unspecified accent

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  • Minha história. Minhas raízes. ( recorded by thearchit ), Portuguese (European), English (Southern), Spanish (Castilian)

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    Minha história. Minhas raízes.

    O meu nome é Tamara.
    Nasci em 1966 (mil novecentos e sessenta e seis).
    Sou belga (flamenga) com raízes russas - do meu nome.
    A m
    inha avó nasceu na Rússia mas cresceu na Ucrânia.
    Durante a Segunda Guerra Mundial foi presa pelo regime nazi e trazida para a Alemanha once ficou a trabalhar.
    O m
    eu avô também tinha ido para a Alemanha com o pai e o irmão.
    Foi assim que os meus avós se conheceram.
    Após a guerra a minha avó veio para a Bélgica.
    Somente no final da década de 1950 (mil novecentos e cinquenta), após terem sido abertas as fronteiras, é que foi autorizada a visitar a sua família.
    A partir de então, meus avós visitam a Ucrânia onde passam dois meses de dois em dois anos.
    A minha mãe é meio
    belga, meio russa.
    O meu pai
    é belga.
    Não sei muito acerca da sua história de vida.
    Os meus pais divorciaram-se
    quando eu tinha seis anos.
    O meu irmão e irmã também têm nomes russos: Ivã e Vera.
    A minha irmã mais nova tem um nome francês: Edite.
    A m
    inha mãe mudou-se para Espanha com o marido.
    A Vera é casada com Aziz, de descendência marroquina.
    O meu companheiro é holandês e por isso comunicamos na mesma língua.
    Contudo ocasionalmente acontece n
    ão percebermos algo que o outro diz.
    Realmente existem di
    ferenças entre flamengo e holandês.

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